Mesada educativa: o que é e como implementar em sua casa

9/20/2021

A mesada é uma importante ferramenta para educação financeira. Um estudo da Universidade de Cambridge concluiu que boa parte dos hábitos financeiros de uma pessoa são construídos na infância. Lidando com o dinheiro na prática, desde cedo, crianças e adolescentes aprendem o valor dele e tornam-se adultos mais preparados. Ao dar uma mesada educativa para os filhos, o maior objetivo é proporcionar educação financeira a eles.


Saiba como estabelecer uma mesada educativa para seus filhos combinando o dinheiro dado semanal ou mensalmente, com a educação financeira.

O que é mesada educativa?

Mesada educativa tem como objetivo transmitir ensinamentos sobre educação financeira para as crianças e adolescentes, começando dentro de casa.


A prática consiste em definir um valor mensal  — que também pode ser dividido de forma semanal — para repassar aos filhos. Mas, a diferença da mesada educativa é justamente usá-la para ensinar sobre uso do dinheiro, consumo consciente, entre outras orientações sobre o assunto. 


Há diversas formas de ensinar por meio da mesada, que podem ser implementadas no dia a dia. Na hora de dar o dinheiro ou ao comprar algo juntos, os pais podem conversar sobre o que o filho deseja fazer com o dinheiro.

Como dar mesada educativa

O primeiro passo é conversar em família para estabelecer todos os detalhes entre pais e filhos. Os pais precisam entrar em um acordo e tomar a decisão juntos para evitar qualquer mal entendido com relação à prática. Veja o que é preciso definir antes de começar a dar a mesada educativa para a criança ou adolescente.

1. Definir um valor

O primeiro passo é estipular um valor da mesada educativa. Um dos principais fatores que deve ser levado em consideração para decidir a quantia a ser dada por mês ou semana é a idade dos filhos. Conforme eles crescem, o valor da mesada educativa também deve aumentar. Veja dicas de como calculá-la, de acordo com a faixa etária dos filhos. Se você tem filhos de idades diferentes, garanta que eles entendam de forma clara o porquê de cada um receber um valor diferente.

2. Estipular a frequência

Com o valor definido, é hora de estabelecer qual a frequência em que essa quantia será repassada aos filhos. Com as crianças mais novas, especialistas recomendam dar a mesada educativa de forma semanal, pois é um tempo mais curto. Assim, fica mais fácil de entenderem e, então, se habituarem com a espera para receber o dinheiro.

Na adolescência, recomenda-se ser mensal. Com a idade, os filhos ganham maturidade para aprender a administrar o dinheiro por mais tempo, de forma mais parecida com o que acontece na vida adulta.

3. Definir uma data

Também é preciso definir a data em que a mesada educativa será dada recorrentemente. Seja semanal ou mensalmente, a data ou dia da semana precisa ser estabelecida de acordo com os interesses e práticas da família. 

Ter um dia fixo para receber a mesada educativa é importantíssimo para a educação financeira. Assim a criança ou adolescente se habitua a esperar o dia correto e percebe que, se gastar todo o dinheiro antes daquela data, não terá mais.

Para não esquecer a data correta, nem precisar andar com dinheiro físico! Cadastrar a mesada digital pode ser uma solução.


4. Definir atribuições da mesada

Também é importante definir com os filhos o que será responsabilidade de ele comprar com a própria mesada, e o que os pais continuarão providenciando. Desde o lanche da escola até a troca do celular, por exemplo.

5. Conversar com os filhos sobre dinheiro

Por fim, para tornar a mesada realmente educativa é preciso estimular a comunicação com os filhos sobre o assunto. Uma forma de começar essa conversa é falando sobre a própria mesada, abordando planos e expectativas de como a criança pretende gastar esse dinheiro. A partir disso, você pode dar dicas. Seja de como gastar ou até mesmo falar sobre a importância de poupar.


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